Conteúdo › Gramática · Nível A1
There is/are vs. It is: existência e sujeito obrigatório
Para dizer que uma coisa existe ou tem em algum lugar, use there is (singular) e there are (plural): There is a bank here. There are two hotels. Para dizer o que uma coisa é ou como está, o sujeito é it: It is a hospital. It is cold.
- There is a pharmacy here. Tem uma farmácia aqui.
- There are two banks on Main Street. Tem dois bancos na Main Street.
- It is cold. Está frio.
- Ana: What is it? Bruna: It is a school. Ana: O que é isso? Bruna: É uma escola.
Em português, a gente diz tem um banco aqui e está frio, sem sujeito nenhum. Em inglês, as duas frases pedem um sujeito: tem, de existir, é there is (nunca have); e está frio ganha um it que não se traduz: It is cold. Have a bank here e Is cold são os dois erros mais comuns desta missão.
Duas frases que em português saem sem sujeito e em inglês não.
A primeira é a de existir. Tem um banco aqui, tem dois hotéis na rua. O verbo ter engana: em inglês, isso não é have. É there is, para uma coisa, e there are, para mais de uma. There is a bank here. There are two hotels on Main Street.
A segunda é a de clima e de coisas em geral. Está frio, está quente, é uma escola. Em inglês, toda frase precisa de sujeito, e quando não tem ninguém para ocupar o lugar, entra o it. Ele não se traduz; só segura a frase. It is cold. It is hot. It is a school.
Como escolher: se você está dizendo que algo existe, there is. Se está dizendo o que algo é ou como está, it is. Dá para usar os dois em sequência: Ana: There is a restaurant here. Bruna: Is it good? Ana: Yes, it is.
Na fala, there is vira there's e it is vira it's. Nos exercícios, a forma cheia é a resposta principal; a contração também é aceita.